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terça-feira, 22 de novembro de 2011

A iniciativa do Criador

Por John Stott

"No princípio Deus criou os céus e a terra" (Gênesis 1:1)

As primeiras três palavras da Bíblia ("No princípio Deus") formam uma introdução indispensável para todo o resto. Elas revelam que nunca podemos nos antecipar a Deus ou surpreendê-lo, pois ele está sempre lá, "no princípio". A iniciativa de toda ação é sempre de Deus.Isto é particularmente verdadeiro sobre a criação. Os cristão crêem que, quando Deus deu início à sua obra criativa, nada existia além dele mesmo. Só ele estava lá, no início de tudo. Só ele é eterno. A centralidade de Deus em Gênesis 1 é proeminente em toda a narrativa. Deus é o sujeito de quase todos os verbos. "Deus disse" aparece dez vezes no texto e "Deus viu que era (muito) bom", sete vezes.
Nós não temos que optar entre Gênesis 1 e a cosmologia ou astrofísica contemporânea. Deus nunca teve a intenção de que a Bíblia fosse um texto científico. Na verdade, deveria ser evidente para os leitores que o texto de Gênesis 1 é um poema altamente estilizado e belo. Ambas as abordagens da criação ( a científica e a poética) são verdadeiras, porém partem de perspectivas diferentes e se completam.
Quando o Credo dos Apóstolos afirma nossa crença em "Deus Pai Todo-Poderoso", está se referindo não apenas à sua onipotência, mas também ao seu poder de controle sobre toda a criação. O que ele criou, ele também sustenta. Sua presença é imanente neste mundo; ele está continuamente sustentando, revigorando e colocando em ordem todas as coisas. O fôlego de todos os seres viventes está em suas mãos. É ele quem faz o sol brilhar e a chuva cair. Ele alimenta os pássaros e protege as flores. Isto pode ser poético, mas também verdadeiro.Daí a sabedoria das igrejas que mantêm um culto anual para ação de graças e dos cristãos que dão graças antes das refeições. Estas atitudes não apenas são corretas como nos ajudam a relembrar que nossas vidas e todas as coisas dependem de nosso fiel Criador e Mantenedor.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Conselhos de Paulo a um jovem líder

Por Leandro Louzada

“Ordene e ensine estas coisas. Ninguém o despreza pelo fato de você ser jovem”.
(1 Timóteo 4.11-12)

Timóteo é muito semelhante a nós, sua fragilidade é típica de um humano. Ele não era perfeito, era jovem e inexperiente. Timóteo era tímido, jovem e frágil, estas coisas poderiam comprometer seu ministério. Estes são problemas que todos os jovens podem enfrentar. Como enfrentar estes problemas? Qual a solução?

Paulo diz: Ninguém o despreze pelo fato de ser jovem, mas...

1)Seja um exemplo (v.12)
2)Mostre de onde vem sua autoridade (v.13)
3)Não despreze o dom que Deus te deu, coloque-o em prática (v.14)
4)Aja com dedicação e diligência (v.15)
5)Verifique a consistência do seu modo de viver e ensino (v.16)
6)Construa bons relacionamentos (5.1-2)

John Stott falando sobre este texto, resume as 6 razões pelas quais ninguém deveria desprezar a juventude, timidez e fragilidade de Timóteo dizendo: “ Essas seis instruções podem ser expressas na forma de ordens: Observe seu exemplo! Identifique sua autoridade! Exerça o seu dom! Mostre o seu progresso! Mantenha a sua coerência! Acerte seus relacionamentos! Se os jovens líderes observarem essas instruções, as outras pessoas estarão prontas a aceitar seu ministério com gratidão e alegria”.